Vacina é o melhor meio de proteção contra o agravamento da doença.

Neste ano, a gripe chegou antes do inverno – e bem forte. O boletim mais recente do InfoGripe, que traz o monitoramento que o Ministério da Saúde faz das síndromes respiratórias agudas, mostra um crescimento do número de casos e morte pelo vírus influenza.

Mas há diferenças importantes entre as regiões do País. No Norte e no Nordeste, parece que os casos estão estabilizando, mas no Centro-Sul – e isso inclui São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná –, a situação ainda é de crescimento. E é bem provável que fique pior antes de melhorar.

O ponto positivo é que temos a vacina, a principal forma de proteção contra os casos graves e os óbitos. A Campanha Nacional de Vacinação começou no dia 28 de março, e vai até o dia 30 de maio. A dose é gratuita, e está disponível em qualquer unidade de saúde básica.

Apesar do cenário preocupante, vale fazermos ponderações sobre a tal “supergripe” mencionada nos noticiários recentemente. O nome técnico é subclado K do vírus influenza A do subtipo H3N2. Acontece que tem muito sensacionalismo nessa história. A Organização Mundial da Saúde (OMS), a Fiocruz e o Ministério da Saúde são unânimes em afirmar que não há dados nem evidências de que esse vírus cause uma doença mais grave nas pessoas.

Fonte tribuna da Bahia