Profissionais de diversas equipes de saúde já podem enviar experiências até 20 de maio.

Equipes da atenção primária de todo o país já podem participar do novo Observatório de Boas Práticas de Equidade, iniciativa que busca reunir e divulgar experiências bem-sucedidas no Sistema Único de Saúde (SUS). As inscrições estão abertas até 20 de maio.

Criado para fortalecer a troca de conhecimentos entre profissionais, o observatório vai selecionar projetos de gestão do cuidado desenvolvidos nos territórios. A proposta é valorizar soluções aplicadas no dia a dia e ampliar o acesso a práticas que melhorem o atendimento à população.

As experiências escolhidas serão publicadas na plataforma “APS nos territórios” e também poderão integrar uma publicação institucional, ampliando a visibilidade das ações desenvolvidas nos serviços de saúde.

As iniciativas devem estar alinhadas a um dos três eixos principais: equidade e acesso; cuidado integral e saúde mental; ou participação social. O objetivo é incentivar ações que reduzam desigualdades, fortaleçam o cuidado contínuo e ampliem o vínculo entre serviços e comunidade.

Podem se inscrever profissionais que atuam em equipes e serviços da atenção primária cadastrados no CNES. Entre os grupos aptos estão:

– equipes de Saúde da Família (eSF);

– equipes multiprofissionais (eMulti);

– equipes de Consultório na Rua (eCR);

– equipes de Atenção Primária Prisional (eAPP);

– equipes que atuam com adolescentes em medidas socioeducativas;

– equipes ribeirinhas e unidades fluviais;

– equipes em territórios quilombolas;

– equipes de Saúde Bucal (eSB);

– Unidades Odontológicas Móveis (UOM);

– Centros de Especialidades Odontológicas (CEO);

– Laboratórios Regionais de Prótese Dentária (LRPD);

– Serviços de Especialidades em Saúde Bucal (Sesb).

No caso de unidades especializadas, a inscrição deve ser feita por ao menos um profissional vinculado ao serviço.

Com foco na equidade e na inovação, o observatório surge como ferramenta para reconhecer práticas eficientes e estimular melhorias contínuas no SUS. A expectativa é reunir iniciativas que possam ser replicadas em diferentes regiões do país.

Fontes: Ministério da Saúde / gov.br