Mulher ganha panela de pressão de presente e acaba vítima de golpe que causou prejuízo de R$ 36 mil
1 semana atrás11
Ouvir:Entenda00:00Pronto para ouvirMulher ganha panela de pressão de presente e acaba vítima de golpe que causou prejuízo de R$ 36 mil. Criminosos abordaram vítimas na porta de casa e usaram imagens dos rostos para aplicar golpes Uma panela de pressão oferecida como presente se transformou em um prejuízo de milhares de reais para uma moradora de Orlândia, no interior de São Paulo. A mulher foi abordada na porta de casa por uma suposta entregadora, que pediu uma fotografia de seu rosto para confirmar o recebimento do produto. Horas depois, criminosos conseguiram movimentar dinheiro de sua conta bancária. O caso faz parte de uma série de ocorrências investigadas pela Polícia Civil na cidade. Pelo menos duas pessoas foram vítimas do chamado “golpe do falso presente”, que utiliza entregas inesperadas como pretexto para obter imagens faciais e tentar acessar serviços financeiros. Somados, os prejuízos ultrapassam R$ 36 mil. A abordagem aconteceu quando a mulher voltava do supermercado. Uma desconhecida a aguardava em frente à residência, segurando uma caixa com uma panela de pressão e o logotipo de uma plataforma de comércio eletrônico. A movimentação foi registrada por câmeras de segurança. “Eu me deparei com uma moça aqui na porta da casa, e ela perguntando pelo meu nome. Aí ela falou: ‘Eu tenho uma entrega para você’. E eu questionei ela, falei: ‘Não, mas eu não pedi nada’. E ela falou assim: ‘Não, mas é um brinde que você ganhou'”, contou a vítima, que preferiu não se identificar, à EPTV. Apesar da surpresa, a moradora decidiu aceitar o produto. Ela havia realizado compras pela internet recentemente e também aberto uma conta digital, circunstâncias que a fizeram acreditar na possibilidade de ter recebido uma promoção. Antes de entregar a panela, a desconhecida solicitou uma fotografia do rosto da mulher, alegando que o procedimento seria necessário para confirmar o recebimento. Depois de conseguir a imagem, deixou o endereço no banco traseiro de um carro. Na madrugada seguinte, a vítima descobriu duas movimentações não autorizadas em sua conta bancária. Os valores retirados foram de R$ 807,77 e R$ 1.461,02, totalizando R$ 2.268,79. “Eles fizeram uma conta com o meu nome. Eles fizeram um cartão de débito e foram debitando os valores da minha conta. Estou muito chateada, mas é tudo muito rápido”, desabafou. Ao procurar a delegacia para registrar a ocorrência, a mulher descobriu que não havia sido a única pessoa enganada. Um idoso da mesma cidade também havia recebido uma entrega suspeita e sofrido um prejuízo de R$ 34 mil. A Polícia Civil investiga se os dois crimes foram cometidos pelo mesmo grupo. A semelhança entre as abordagens e o intervalo de tempo entre os episódios levantaram a suspeita de que os casos estejam relacionados. O delegado Otávio Volpini informou que as investigações já começaram e incluem a análise das imagens das câmeras de segurança e o rastreamento dos valores retirados das contas. “Já foram instauradas as respectivas investigações e as diligências para a identificação dessa autora estão em andamento. Tanto através do registro de câmeras quanto também através do rastreamento do dinheiro que foi subtraído dessas vítimas”, afirmou. Como funciona o golpe do falso presente? A estratégia consiste em oferecer um produto que a vítima não solicitou, geralmente apresentado como brinde, promoção ou presente. Durante a entrega, os criminosos pedem uma fotografia facial sob a justificativa de confirmar a identidade de quem está recebendo a encomenda. Uma panela de pressão oferecida como presente se transformou em um prejuízo de milhares de reais para uma moradora de Orlândia, no interior de São Paulo. A mulher foi abordada na porta de casa por uma suposta entregadora, que pediu uma fotografia de seu rosto para confirmar o recebimento do produto. Horas depois, criminosos conseguiram movimentar dinheiro de sua conta bancária. O caso faz parte de uma série de ocorrências investigadas pela Polícia Civil na cidade. Pelo menos duas pessoas foram vítimas do chamado “golpe do falso presente”, que utiliza entregas inesperadas como pretexto para obter imagens faciais e tentar acessar serviços financeiros. Somados, os prejuízos ultrapassam R$ 36 mil. A abordagem aconteceu quando a mulher voltava do supermercado. Uma desconhecida a aguardava em frente à residência, segurando uma caixa com uma panela de pressão e o logotipo de uma plataforma de comércio eletrônico. A movimentação foi registrada por câmeras de segurança. “Eu me deparei com uma moça aqui na porta da casa, e ela perguntando pelo meu nome. Aí ela falou: ‘Eu tenho uma entrega para você’. E eu questionei ela, falei: ‘Não, mas eu não pedi nada’. E ela falou assim: ‘Não, mas é um brinde que você ganhou'”, contou a vítima, que preferiu não se identificar, à EPTV. Apesar da surpresa, a moradora decidiu aceitar o produto. Ela havia realizado compras pela internet recentemente e também aberto uma conta digital, circunstâncias que a fizeram acreditar na possibilidade de ter recebido uma promoção. Antes de entregar a panela, a desconhecida solicitou uma fotografia do rosto da mulher, alegando que o procedimento seria necessário para confirmar o recebimento. Depois de conseguir a imagem, deixou o endereço no banco traseiro de um carro. Na madrugada seguinte, a vítima descobriu duas movimentações não autorizadas em sua conta bancária. Os valores retirados foram de R$ 807,77 e R$ 1.461,02, totalizando R$ 2.268,79. “Eles fizeram uma conta com o meu nome. Eles fizeram um cartão de débito e foram debitando os valores da minha conta. Estou muito chateada, mas é tudo muito rápido”, desabafou. Ao procurar a delegacia para registrar a ocorrência, a mulher descobriu que não havia sido a única pessoa enganada. Um idoso da mesma cidade também havia recebido uma entrega suspeita e sofrido um prejuízo de R$ 34 mil. A Polícia Civil investiga se os dois crimes foram cometidos pelo mesmo grupo. A semelhança entre as abordagens e o intervalo de tempo entre os episódios levantaram a suspeita de que os casos estejam relacionados. O delegado Otávio Volpini informou que as investigações já começaram e incluem a análise das imagens das câmeras de segurança e o rastreamento dos valores retirados das contas. “Já foram instauradas as respectivas investigações e as diligências para a identificação dessa autora estão em andamento. Tanto através do registro de câmeras quanto também através do rastreamento do dinheiro que foi subtraído dessas vítimas”, afirmou. Segundo o especialista em cibersegurança Vinícius Olivério, os golpistas tentam utilizar essas imagens para contornar mecanismos de autenticação em aplicativos financeiros. “Com essa facial, ele consegue fazer a autenticação e a validação no aplicativo . Então, o que seria uma barreira a mais de proteção acaba sendo quebrada pela confiança que a pessoa teve na pessoa que apareceu lá na casa dela”, explicou. O especialista ressalta que uma fotografia isolada não garante, por si só, acesso a uma conta bancária. Os criminosos podem depender de outras informações pessoais ou de falhas nos mecanismos de verificação de identidade para concluir a fraude. Para evitar esse tipo de situação, a recomendação é não permitir fotografias do rosto ou procedimentos de reconhecimento facial durante entregas inesperadas. Caso alguém apareça oferecendo um produto não solicitado, o consumidor deve verificar a existência da promoção diretamente nos canais oficiais da empresa. A Polícia Militar também orienta a população a desconfiar de ofertas excessivamente vantajosas e a buscar informações antes de aceitar encomendas de origem desconhecida. FONTE CORREIO DA BAHIA
Criminosos abordaram vítimas na porta de casa e usaram imagens dos rostos para aplicar golpes
Uma panela de pressão oferecida como presente se transformou em um prejuízo de milhares de reais para uma moradora de Orlândia, no interior de São Paulo. A mulher foi abordada na porta de casa por uma suposta entregadora, que pediu uma fotografia de seu rosto para confirmar o recebimento do produto. Horas depois, criminosos conseguiram movimentar dinheiro de sua conta bancária.
O caso faz parte de uma série de ocorrências investigadas pela Polícia Civil na cidade. Pelo menos duas pessoas foram vítimas do chamado “golpe do falso presente”, que utiliza entregas inesperadas como pretexto para obter imagens faciais e tentar acessar serviços financeiros. Somados, os prejuízos ultrapassam R$ 36 mil.
A abordagem aconteceu quando a mulher voltava do supermercado. Uma desconhecida a aguardava em frente à residência, segurando uma caixa com uma panela de pressão e o logotipo de uma plataforma de comércio eletrônico. A movimentação foi registrada por câmeras de segurança.
“Eu me deparei com uma moça aqui na porta da casa, e ela perguntando pelo meu nome. Aí ela falou: ‘Eu tenho uma entrega para você’. E eu questionei ela, falei: ‘Não, mas eu não pedi nada’. E ela falou assim: ‘Não, mas é um brinde que você ganhou'”, contou a vítima, que preferiu não se identificar, à EPTV.
Apesar da surpresa, a moradora decidiu aceitar o produto. Ela havia realizado compras pela internet recentemente e também aberto uma conta digital, circunstâncias que a fizeram acreditar na possibilidade de ter recebido uma promoção.
Antes de entregar a panela, a desconhecida solicitou uma fotografia do rosto da mulher, alegando que o procedimento seria necessário para confirmar o recebimento. Depois de conseguir a imagem, deixou o endereço no banco traseiro de um carro.
Na madrugada seguinte, a vítima descobriu duas movimentações não autorizadas em sua conta bancária. Os valores retirados foram de R$ 807,77 e R$ 1.461,02, totalizando R$ 2.268,79. “Eles fizeram uma conta com o meu nome. Eles fizeram um cartão de débito e foram debitando os valores da minha conta. Estou muito chateada, mas é tudo muito rápido”, desabafou.
Ao procurar a delegacia para registrar a ocorrência, a mulher descobriu que não havia sido a única pessoa enganada. Um idoso da mesma cidade também havia recebido uma entrega suspeita e sofrido um prejuízo de R$ 34 mil.
A Polícia Civil investiga se os dois crimes foram cometidos pelo mesmo grupo. A semelhança entre as abordagens e o intervalo de tempo entre os episódios levantaram a suspeita de que os casos estejam relacionados.
O delegado Otávio Volpini informou que as investigações já começaram e incluem a análise das imagens das câmeras de segurança e o rastreamento dos valores retirados das contas. “Já foram instauradas as respectivas investigações e as diligências para a identificação dessa autora estão em andamento. Tanto através do registro de câmeras quanto também através do rastreamento do dinheiro que foi subtraído dessas vítimas”, afirmou.
Como funciona o golpe do falso presente?
A estratégia consiste em oferecer um produto que a vítima não solicitou, geralmente apresentado como brinde, promoção ou presente. Durante a entrega, os criminosos pedem uma fotografia facial sob a justificativa de confirmar a identidade de quem está recebendo a encomenda.
Uma panela de pressão oferecida como presente se transformou em um prejuízo de milhares de reais para uma moradora de Orlândia, no interior de São Paulo. A mulher foi abordada na porta de casa por uma suposta entregadora, que pediu uma fotografia de seu rosto para confirmar o recebimento do produto. Horas depois, criminosos conseguiram movimentar dinheiro de sua conta bancária.
O caso faz parte de uma série de ocorrências investigadas pela Polícia Civil na cidade. Pelo menos duas pessoas foram vítimas do chamado “golpe do falso presente”, que utiliza entregas inesperadas como pretexto para obter imagens faciais e tentar acessar serviços financeiros. Somados, os prejuízos ultrapassam R$ 36 mil.
A abordagem aconteceu quando a mulher voltava do supermercado. Uma desconhecida a aguardava em frente à residência, segurando uma caixa com uma panela de pressão e o logotipo de uma plataforma de comércio eletrônico. A movimentação foi registrada por câmeras de segurança.
“Eu me deparei com uma moça aqui na porta da casa, e ela perguntando pelo meu nome. Aí ela falou: ‘Eu tenho uma entrega para você’. E eu questionei ela, falei: ‘Não, mas eu não pedi nada’. E ela falou assim: ‘Não, mas é um brinde que você ganhou'”, contou a vítima, que preferiu não se identificar, à EPTV.
Apesar da surpresa, a moradora decidiu aceitar o produto. Ela havia realizado compras pela internet recentemente e também aberto uma conta digital, circunstâncias que a fizeram acreditar na possibilidade de ter recebido uma promoção.
Antes de entregar a panela, a desconhecida solicitou uma fotografia do rosto da mulher, alegando que o procedimento seria necessário para confirmar o recebimento. Depois de conseguir a imagem, deixou o endereço no banco traseiro de um carro.
Na madrugada seguinte, a vítima descobriu duas movimentações não autorizadas em sua conta bancária. Os valores retirados foram de R$ 807,77 e R$ 1.461,02, totalizando R$ 2.268,79. “Eles fizeram uma conta com o meu nome. Eles fizeram um cartão de débito e foram debitando os valores da minha conta. Estou muito chateada, mas é tudo muito rápido”, desabafou.
Ao procurar a delegacia para registrar a ocorrência, a mulher descobriu que não havia sido a única pessoa enganada. Um idoso da mesma cidade também havia recebido uma entrega suspeita e sofrido um prejuízo de R$ 34 mil.
A Polícia Civil investiga se os dois crimes foram cometidos pelo mesmo grupo. A semelhança entre as abordagens e o intervalo de tempo entre os episódios levantaram a suspeita de que os casos estejam relacionados.
O delegado Otávio Volpini informou que as investigações já começaram e incluem a análise das imagens das câmeras de segurança e o rastreamento dos valores retirados das contas. “Já foram instauradas as respectivas investigações e as diligências para a identificação dessa autora estão em andamento. Tanto através do registro de câmeras quanto também através do rastreamento do dinheiro que foi subtraído dessas vítimas”, afirmou.
Segundo o especialista em cibersegurança Vinícius Olivério, os golpistas tentam utilizar essas imagens para contornar mecanismos de autenticação em aplicativos financeiros. “Com essa facial, ele consegue fazer a autenticação e a validação no
aplicativo . Então, o que seria uma barreira a mais de proteção acaba sendo quebrada pela confiança que a pessoa teve na pessoa que apareceu lá na casa dela”, explicou.
O especialista ressalta que uma fotografia isolada não garante, por si só, acesso a uma conta bancária. Os criminosos podem depender de outras informações pessoais ou de falhas nos mecanismos de verificação de identidade para concluir a fraude.
Para evitar esse tipo de situação, a recomendação é não permitir fotografias do rosto ou procedimentos de reconhecimento facial durante entregas inesperadas. Caso alguém apareça oferecendo um produto não solicitado, o consumidor deve verificar a existência da promoção diretamente nos canais oficiais da empresa.
A Polícia Militar também orienta a população a desconfiar de ofertas excessivamente vantajosas e a buscar informações antes de aceitar encomendas de origem desconhecida.