Os números crescem. Mas por trás de cada número tem uma vida, uma história interrompida. A violência contra a mulher não é “briga de casal”. É crime. É violação de direitos. E ela está acontecendo todos os dias, dentro e fora de casa. A REALIDADE QUE NÃO PODEMOS IGNORARA violência contra a mulher acontece de várias formas: Violência Física: Agressões, empurrões, tapas, espancamentos. Violência Psicológica: Humilhações, ameaças, chantagem, controle, isolamento. Violência Sexual: Assédio, estupro, abuso. Violência Patrimonial: Destruir, reter ou controlar bens, documentos e dinheiro. Violência Moral: Calúnia, difamação, exposição. Feminicídio: Assassinato de mulher por motivo de gênero. A forma mais extrema da violência. E o mais grave: os casos têm aumentado a cada ano. Muitas mulheres ainda sofrem em silêncio por medo, dependência financeira ou por não serem acreditadas. POR QUE ISSO CONTINUA ACONTECENDO? Porque o machismo ainda é normalizado.
Porque muitas vezes a sociedade culpa a vítima.
Porque falta rede de apoio, informação e punição.
Porque o silêncio protege o agressor.Calado, o ciclo não se quebra. Ele se repete.O QUE FAZER? COMO AJUDAR?Se você sofre violência:
Você não está sozinha e não é culpa sua. Peça ajuda.Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher. Atendimento 24h, gratuito e sigiloso.Ligue 190 – Polícia Militar em casos de emergência.Procure a Delegacia da Mulher ou a delegacia mais próxima.Busque apoio em familiares, amigos e redes de acolhimento.Se você conhece alguém que sofre: Acredite. Acolher é o primeiro passo.Não julgue. Ofereça ajuda e informação.Denuncie. Você pode ligar no 180 mesmo de forma anônima.Como sociedade:
Educar, cobrar políticas públicas, punir agressores e romper com piadinhas e falas machistas. Respeito se ensina desde casa.CHEGA DE SILÊNCIO. CHEGA DE VIOLÊNCIA.Toda mulher tem direito de viver sem medo.
Toda mulher tem direito ao respeito, à liberdade e à vida.Aumentar a violência é um alerta. Ignorar é ser conivente.Denuncie. Acolha. Proteja.CANAIS DE AJUDA:
180 – Central de Atendimento à Mulher
190 – Polícia Militar
100 – Disque Direitos Humanos
Matéria Feita por Paulo Marcos
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