Aposentadoria pelo INSS: contribuição em atraso pode ajudar a completar o tempo exigido?
13 horas atrás3
Ouvir:Entenda00:00Pronto para ouvirAposentadoria pelo INSS: contribuição em atraso pode ajudar a completar o tempo exigido?. Trabalhadores autônomos podem regularizar períodos sem recolhimento, desde que comprovem atividade remunerada; empregados também podem solicitar o reconhecimento de vínculos não registrados. Quem chega aos 65 anos sem os 15 anos de contribuição necessários para a aposentadoria pode recuperar períodos de trabalho não contabilizados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As possibilidades variam conforme a categoria profissional e as regras para comprovação dos vínculos. Pelas regras de transição, homens precisam ter 65 anos e mulheres, 62, além de pelo menos 15 anos de contribuição e 180 meses de carência. Para trabalhadores autônomos, o recolhimento em atraso pode ser permitido mediante comprovação de atividade remunerada no período. Entretanto, nem todas as contribuições pagas retroativamente contam para cumprir a carência exigida para a aposentadoria. Já quem trabalhou com carteira assinada, mas não teve o vínculo registrado corretamente no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), pode solicitar a correção dos dados. Carteira de trabalho, contracheques e contratos são documentos que ajudam a comprovar o período, cuja responsabilidade de recolhimento é do empregador. Antes de pagar qualquer contribuição atrasada, é importante consultar o extrato do CNIS para verificar os períodos reconhecidos, o tempo de contribuição e os meses válidos para carência. Quem tem 65 anos ou mais e vive em situação de baixa renda também pode verificar a possibilidade de receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A assistência não exige contribuição previdenciária, mas não oferece 13º salário nem gera pensão por morte. Fonte: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)
Trabalhadores autônomos podem regularizar períodos sem recolhimento, desde que comprovem atividade remunerada; empregados também podem solicitar o reconhecimento de vínculos não registrados.
Quem chega aos 65 anos sem os 15 anos de contribuição necessários para a aposentadoria pode recuperar períodos de trabalho não contabilizados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). As possibilidades variam conforme a categoria profissional e as regras para comprovação dos vínculos.
Pelas regras de transição, homens precisam ter 65 anos e mulheres, 62, além de pelo menos 15 anos de contribuição e 180 meses de carência.
Para trabalhadores autônomos, o recolhimento em atraso pode ser permitido mediante comprovação de atividade remunerada no período. Entretanto, nem todas as contribuições pagas retroativamente contam para cumprir a carência exigida para a aposentadoria.
Já quem trabalhou com carteira assinada, mas não teve o vínculo registrado corretamente no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), pode solicitar a correção dos dados. Carteira de trabalho, contracheques e contratos são documentos que ajudam a comprovar o período, cuja responsabilidade de recolhimento é do empregador.
Antes de pagar qualquer contribuição atrasada, é importante consultar o extrato do CNIS para verificar os períodos reconhecidos, o tempo de contribuição e os meses válidos para carência.
Quem tem 65 anos ou mais e vive em situação de baixa renda também pode verificar a possibilidade de receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A assistência não exige contribuição previdenciária, mas não oferece 13º salário nem gera pensão por morte.