Ouvir:Entenda00:00Pronto para ouvirSenado analisa agora PEC da Segurança Pública. Sessão foi convocada pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), após plenário aprovar calendário especial que dispensa intervalo entre votações de primeiro e segundo turnos O Senado Federal analisou, nesta terça-feira (3), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), agendou a sessão na semana passada para dar andamento à votação da matéria. Parlamentares da base governista trabalham para aprovar a proposta em dois turnos ainda nesta terça-feira. Normalmente, o regimento do Senado exige um intervalo de cinco dias úteis e três sessões entre as votações. No entanto, em outubro, os senadores aprovaram um calendário especial que permite realizar os dois turnos no mesmo dia. A proposta chegou a entrar na pauta do Senado em 15 de outubro, mas Alcolumbre adiou a análise após divergências entre governistas e oposicionistas sobre a redução da maioridade penal. O governo afirma ser favorável à redução, mas defende que o tema seja discutido em uma proposta separada. A estratégia busca evitar alterações no conteúdo da PEC da Segurança Pública, já que qualquer mudança de mérito obrigaria o texto a retornar à Câmara dos Deputados, prolongando sua tramitação. FONTE TRIBUNA DA BAHIA
Sessão foi convocada pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), após plenário aprovar calendário especial que dispensa intervalo entre votações de primeiro e segundo turnos
O Senado Federal analisou, nesta terça-feira (3), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), agendou a sessão na semana passada para dar andamento à votação da matéria.
Parlamentares da base governista trabalham para aprovar a proposta em dois turnos ainda nesta terça-feira. Normalmente, o regimento do Senado exige um intervalo de cinco dias úteis e três sessões entre as votações. No entanto, em outubro, os senadores aprovaram um calendário especial que permite realizar os dois turnos no mesmo dia.
A proposta chegou a entrar na pauta do Senado em 15 de outubro, mas Alcolumbre adiou a análise após divergências entre governistas e oposicionistas sobre a redução da maioridade penal.
O governo afirma ser favorável à redução, mas defende que o tema seja discutido em uma proposta separada. A estratégia busca evitar alterações no conteúdo da PEC da Segurança Pública, já que qualquer mudança de mérito obrigaria o texto a retornar à Câmara dos Deputados, prolongando sua tramitação.