SUS incorpora novo medicamento para tratar hemoglobinúria paroxística noturna
21 horas atrás3
Ouvir:Entenda00:00Pronto para ouvirSUS incorpora novo medicamento para tratar hemoglobinúria paroxística noturna. Iptacopana será oferecida a pacientes adultos que continuam com anemia após tratamento inicial; medicamento pode ser administrado em casa duas vezes ao dia. O Ministério da Saúde incorporou, nesta quinta-feira (29), a iptacopana ao Sistema Único de Saúde (SUS) para ampliar as opções de tratamento da hemoglobinúria paroxística noturna (HPN), uma doença rara e grave do sangue. O medicamento será destinado a pacientes adultos que continuam com anemia mesmo após o uso de inibidores de C5. Cerca de 600 pessoas recebem tratamento para a doença na rede pública. A iptacopana passa a integrar a segunda linha terapêutica e atua como inibidor do fator B. Entre os benefícios apontados estão o aumento dos níveis de hemoglobina, a redução da necessidade de transfusões e o alívio de sintomas como cansaço. A administração oral duas vezes ao dia, em casa, também pode oferecer mais comodidade aos pacientes. A incorporação foi analisada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), que considerou evidências científicas, eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário. A medida amplia as alternativas para pessoas que não apresentam resposta satisfatória ao tratamento inicial. Tratamento disponível no SUS Atualmente, o SUS oferece o eculizumabe como opção de primeira linha para a indicação clínica. Segundo o Ministério da Saúde, o investimento anual no tratamento com esse medicamento chega a R$ 1,25 milhão por paciente. A assistência também pode incluir transfusões sanguíneas, transplante de medula óssea, suplementação de ferro e anticoagulantes, conforme a necessidade clínica de cada pessoa. A hemoglobinúria paroxística noturna é caracterizada pela destruição das hemácias pelo sistema de defesa do organismo. A condição pode provocar anemia, fadiga e outras complicações, exigindo acompanhamento especializado. Com a incorporação da iptacopana, o Ministério da Saúde busca ampliar as opções terapêuticas e oferecer maior flexibilidade no cuidado de pacientes com resposta insuficiente à terapia inicial. Fonte: Ministério da Saúde
Iptacopana será oferecida a pacientes adultos que continuam com anemia após tratamento inicial; medicamento pode ser administrado em casa duas vezes ao dia.
O Ministério da Saúde incorporou, nesta quinta-feira (29), a iptacopana ao Sistema Único de Saúde (SUS) para ampliar as opções de tratamento da hemoglobinúria paroxística noturna (HPN), uma doença rara e grave do sangue. O medicamento será destinado a pacientes adultos que continuam com anemia mesmo após o uso de inibidores de C5. Cerca de 600 pessoas recebem tratamento para a doença na rede pública.
A iptacopana passa a integrar a segunda linha terapêutica e atua como inibidor do fator B. Entre os benefícios apontados estão o aumento dos níveis de hemoglobina, a redução da necessidade de transfusões e o alívio de sintomas como cansaço. A administração oral duas vezes ao dia, em casa, também pode oferecer mais comodidade aos pacientes.
A incorporação foi analisada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), que considerou evidências científicas, eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário. A medida amplia as alternativas para pessoas que não apresentam resposta satisfatória ao tratamento inicial.
Tratamento disponível no SUS
Atualmente, o SUS oferece o eculizumabe como opção de primeira linha para a indicação clínica. Segundo o Ministério da Saúde, o investimento anual no tratamento com esse medicamento chega a R$ 1,25 milhão por paciente.
A assistência também pode incluir transfusões sanguíneas, transplante de medula óssea, suplementação de ferro e anticoagulantes, conforme a necessidade clínica de cada pessoa.
A hemoglobinúria paroxística noturna é caracterizada pela destruição das hemácias pelo sistema de defesa do organismo. A condição pode provocar anemia, fadiga e outras complicações, exigindo acompanhamento especializado.
Com a incorporação da iptacopana, o Ministério da Saúde busca ampliar as opções terapêuticas e oferecer maior flexibilidade no cuidado de pacientes com resposta insuficiente à terapia inicial.